A busca por maior eficiência nos fluxos de produção de conteúdo pautou a participação da Rede Amazônica na IBC 2026. Em entrevista à SET TV, Eduardo Lopes, coordenador do GT de IP&Cloud da SET e CTO da Rede Amazônica, afirmou que a emissora esteve focada na identificação de soluções capazes de reduzir o tempo dedicado à adaptação de conteúdo para múltiplas plataformas. Segundo ele, o crescimento da distribuição para diferentes formatos e ambientes digitais tornou os processos de entrega mais complexos. “O objetivo é deixar o produtor de conteúdo produzindo conteúdo e automatizar a entrega com IA”, resumiu. Lopes destacou que as ferramentas apresentadas na feira buscam automatizar tarefas de edição, adaptação de formatos e preparação de materiais para diferentes públicos, liberando mais tempo das equipes para atividades editoriais.
O executivo observou que a inteligência artificial vem sendo aplicada como ferramenta de apoio operacional e não como substituta da atividade jornalística. “A IA não vai criar matéria, mas pode ajudar a ler uma matéria, criar um áudio, substituir um áudio e ajudar a terminar o conteúdo”, afirmou. Lopes também defendeu a adoção de modelos de linguagem operados dentro das próprias empresas de mídia, como forma de ampliar o controle sobre dados, políticas de uso e custos de processamento. Segundo ele, a combinação entre modelos próprios e integrações com plataformas externas pode contribuir para ampliar o acesso às ferramentas de IA em diferentes áreas da organização, mantendo governança sobre conteúdos e processos internos.
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O executivo observou que a inteligência artificial vem sendo aplicada como ferramenta de apoio operacional e não como substituta da atividade jornalística. “A IA não vai criar matéria, mas pode ajudar a ler uma matéria, criar um áudio, substituir um áudio e ajudar a terminar o conteúdo”, afirmou. Lopes também defendeu a adoção de modelos de linguagem operados dentro das próprias empresas de mídia, como forma de ampliar o controle sobre dados, políticas de uso e custos de processamento. Segundo ele, a combinação entre modelos próprios e integrações com plataformas externas pode contribuir para ampliar o acesso às ferramentas de IA em diferentes áreas da organização, mantendo governança sobre conteúdos e processos internos.
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